segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Sobre dores e outras coisas

Porque não podemos prolongar para sempre esse tipo de coisa. Chega uma hora em que é preciso arrancar o Band-aid. Dói, mas pelo menos acaba de uma vez e ficamos aliviados.

 - John Green, in Quem é você, Alasca?

Ah, tão tarde, meu bem...

Tantos de nós teríamos de conviver com coisas feitas e deixadas por fazer naquele dia. Coisas que terminaram mal, coisas que pareceram normais na hora, porque não tínhamos como prever o futuro. Se ao menos conseguíssemos enxergar a infinita cadeia de consequências que resultariam das nossas pequenas decisões. Mas só percebemos tarde demais, quando perceber é inútil.

- John Green, in Quem é você, Alasca?

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Sobre amores que voltam



“Franz Kafka, conta a história, certa vez encontrou uma menininha no parque onde ele caminhava diariamente. Ela estava chorando. Tinha perdido sua boneca e estava desolada. Kafka ofereceu ajuda para procurar pela boneca e combinou um encontro com a menina no dia seguinte no mesmo lugar. Incapaz de encontrar a boneca, ele escreveu uma carta como se fosse a boneca e leu para a garotinha quando se encontraram. “Por favor, não se lamente por mim, parti numa viagem para ver o mundo. Escreveu para você das minhas aventuras”. Esse foi o início de muitas cartas. Quando ele e a garotinha se encontravam ele lia essas cartas compostas cuidadosamente com as aventuras imaginadas da amada boneca. A garotinha se confortava. Quando os encontros chegaram ao fim, Kafka presenteou a menina com uma boneca. Ela era obviamente diferente da boneca original. Uma carta anexa explicava: “minhas viagens me transformaram…”. Muitos anos depois, a garota agora crescida encontrou uma carta enfiada numa abertura escondida da querida boneca substituta.
Em resumo, dizia: “Tudo que você ama, você eventualmente perderá, mas, no fim, o amor retornará em uma forma diferente”.

- May Benatar, in Kafka e a menina que perdeu sua boneca em Berlim.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Decepcionada

Será que simplesmente não é possível um cara legal convidar uma mulher para jantar, só pela sua companhia, sem qualquer pretexto ou segunda intenção?

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Um esforço para entender

Ah, sei lá, sei lá... Chega uma hora que você deixa de tentar entender. Chega uma hora que você se cansa e aí então deixa as coisas acontecerem. Não tem nada demais em seguir a corrente. O que cansa mesmo é nadar contra ela por tanto tempo.
Mas e aí, se você não é isso? Se você não sente isso? Então, você segue nadando ou engole seu próprio orgulho e morre afogada com a esperança de se proteger?