quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Com todo o amor do mundo

Helena, destrua suas amarras. Não controle nada. Não tente ordenar, alinhar e podar aquilo que não depende de você. Faça o seu melhor. Ame de forma insana e sonhe com círculos, linhas paralelas e pequenos pedaços de nuvem, mas não cometa meus erros em tentar encontrar explicação nas falhas, nos sorrisos e nas lágrimas. Coisas boas e ruins acontecem todos os dias com pessoas merecedoras ou não. Injustiças azeitonam nossa realidade e a beleza da gentileza sempre está disponível para aqueles que querem ver.

Sempre que surgir a oportunidade: feche os olhos e pule. O mais alto. O mais profundo e libertador.
Respire.
Abras os olhos e me ouça dizer hoje e para sempre: a razão de viver é sentir.

- Feche os olhos e pule. In Cartas para Helena.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Dúvidas...

E aí, se sua vida dá uma volta de 180º e vai tudo para o ar? E aí, se tudo que estava tão calmo, de repente começa a fervilhar dentro de você e se tudo aquilo que você julgava morto e passado, de repente reaparece e te faz vacilar? E aí, se precisam de ti e você não consegue oferecer mais do que o já deu? E aí, como faz?

A inconveniente

Ela bate à porta e eu abro. Abro, mas não a convido a entrar. Porque não é bem vinda, porque não quero sua visita turbulenta, não quero seus hábitos inconvenientes, não quero seus sussurros indecentes. Simplesmente, não a quero por perto. Sou forte o suficiente para deixá-la sozinha, me esperando à porta. Sem despedida, embora também sem convite. Sem cadeira de espaldar alto em veludo, sem sorrisos e cumprimentos, sem sequer um copo d'água.

Saying all about me these days...

Days like this, I don't know what to do with myself
all day -- and all night
I wander the halls along the walls and under my
breath
I say to myself
I need fuel -- to take flight

And there's too much going on
but it's calm under the waves, in the blue of my
oblivion
Under the waves in the blue of my oblivion

Is that why they call me a sullen girl -- sullen
girl
They don't know I used to sail the deep and tranquil
sea
But he washed me ashore and he took my pearl --
and left and empty shell of me

Under the waves in the blue of my oblivion
It's calm under the waves in the blue of my oblivion

- Fiona Apple, in Sullen Days.

domingo, 4 de janeiro de 2015

2015 chegou....



2014 acabou. O ano em que eu saí de casa pela segunda vez. O ano em que eu me formei e entrei para o Mestrado, que tanto queria. O ano em que eu voei bem mais alto do que alguns anos atrás pensei que faria. O ano em que fechei a porta inúmeras vezes para meus fantasmas antigos, o ano em que eu fui mais forte e não os deixei entrar. Um ano cheio de bons amigos, conversas agradáveis, sorrisos sinceros! Um ano bom em tantas coisas... Então "me vem que a vida vale mil (...) e que se a vida é por um fio, valeu para quem já a viu"... Então, que venha 2015, e que seja ainda melhor!

♪Só agradece a esse dia que foi dado
Agradece à natureza e o cuidado
Agradece, novo dia, nova chance de recomeçar.
Graças te damos pela vida
Pela oportunidade de cantar e ser ouvida
Graças te damos pelo amor
Esperança que inspira, luta contra o opressor
Amarelou fui, janela abriu e o sol entrou
Trazendo vida, inspiração, luz que foi Jah Jah que mandou
(...) Damos graças e louvores, agradecemos independente das dores.
Só agradece a esse dia que foi dado
Agradece à natureza e o cuidado
Agradece, novo dia, nova chance de recomeçar♪


- Agradece, Marina Peralta ♪♪